Um site profissional para empresa não tem preço de tabela. Na KING, um site institucional costuma partir de R$ 5.000, a mesma referência que publicamos ao explicar quanto custa uma agência de marketing. No mercado você vai encontrar desde construtores de site que você mesmo monta até projetos de dezenas de milhares de reais, e não existe uma pesquisa oficial que diga qual é o "preço médio" no Brasil.
O que define o valor é o escopo: quantas páginas, quem escreve o texto, se o layout é sob medida, quais integrações entram (formulário, WhatsApp, CRM, agenda), se a medição já sai configurada e quem cuida do site depois. Some a isso os custos que se repetem todo ano, como domínio e hospedagem. Comparar propostas só pelo número final é a forma mais comum de pagar duas vezes pelo mesmo site.
O que entra no preço de um site?
Duas propostas com o mesmo valor podem entregar coisas muito diferentes. Antes de comparar, separe o projeto nestas partes:
| Parte do projeto | O que é | Pesa mais quando |
|---|---|---|
| Estrutura e páginas | Quantas páginas e como se ligam | Há muitos serviços, cidades ou produtos |
| Conteúdo | Texto, fotos e prova (cases, avaliações) | A agência escreve tudo do zero |
| Design | Template adaptado ou layout próprio | A marca exige layout exclusivo |
| Integrações | Formulário, WhatsApp, CRM, agenda, pagamento | Os dados precisam cair em outro sistema |
| SEO e medição | Títulos, dados estruturados, Analytics, eventos | Você vai anunciar ou depende do Google |
| Velocidade | Imagens leves, código enxuto, testes no celular | O site recebe tráfego pago |
| Manutenção | Atualizações, backup, ajustes depois do ar | O site muda com frequência |
O conteúdo é a parte mais subestimada. Muita empresa contrata "o site" e descobre na segunda semana que precisa escrever 12 páginas sozinha. Se a proposta não diz quem produz o texto, pergunte, porque é aí que o prazo costuma estourar.
Quais são os tipos de projeto e quando cada um faz sentido?
Na prática, quase toda oferta cai em um destes quatro formatos. Não colocamos preço em cada um porque eles variam demais por fornecedor e região, e números sem fonte só confundem.
- Construtor de site feito por você. Plataformas em que você escolhe um modelo e preenche. Custo de entrada baixo e mensalidade recorrente. Serve para validar um negócio novo ou ter um cartão de visita online. O custo real é o seu tempo.
- Template configurado por um profissional. Alguém instala um tema pronto e troca textos e cores. Rápido e barato, mas o site fica parecido com outros e costuma acumular plugins que deixam tudo lento.
- Site sob medida feito por agência. Estrutura pensada para o seu serviço, texto orientado a contato, velocidade tratada e medição configurada. É o caso da criação de sites da KING e é onde está a referência de R$ 5.000 para um institucional.
- Site com sistema. Área do cliente, agendamento próprio, catálogo ligado a estoque, cálculo de orçamento. Aqui já é desenvolvimento de software, e a decisão é outra: vale ler sistema pronto ou software sob medida antes de pedir proposta.
A pergunta útil não é "qual é o mais barato", e sim "qual é o mais barato que resolve o meu objetivo". Uma clínica que vive de busca local e de anúncio tem exigências diferentes de uma indústria que só precisa de um catálogo para o representante mandar ao comprador.
Quais custos se repetem depois que o site está no ar?
O valor do projeto é só a primeira conta. Coloque estes itens na planilha anual:
- Domínio. O Registro.br, que administra os endereços .br, cobra R$ 40 por ano pelo registro de um .com.br direto com ele. Revendas podem cobrar outro valor.
- Hospedagem. Varia muito conforme o plano e o volume de acesso. Site institucional simples não precisa de servidor caro, mas hospedagem lenta derruba a experiência no celular.
- Certificado de segurança (o cadeado do HTTPS). Existe opção gratuita, como o Let's Encrypt, e muitas hospedagens já incluem. Desconfie de proposta que cobra caro só por isso.
- E-mail profissional. Geralmente é um serviço à parte, cobrado por usuário.
- Manutenção. Atualizações de segurança, backup e pequenos ajustes. Em sites com muitos plugins, esse custo cresce com o tempo.
- Ferramentas pagas. Temas, plugins, formulários avançados e agendadores costumam ter licença anual.
Uma regra simples: peça ao fornecedor a lista de tudo que será cobrado de forma recorrente, de quem será a conta e em nome de quem ficará cada serviço.
Como comparar duas propostas sem cair no preço menor
Para comparar de forma justa, monte uma linha por item da tabela acima e marque o que cada proposta inclui. O que estiver em branco vira custo escondido ou trabalho seu.
Perguntas que a proposta precisa responder
- O domínio e a hospedagem ficam no nome da empresa, com acesso de administrador para você?
- Quem escreve os textos e quantas rodadas de revisão estão incluídas?
- O layout é exclusivo ou baseado em template? Se for template, qual?
- O site sai com Analytics, eventos de formulário e clique no WhatsApp configurados?
- Qual é a meta de velocidade no celular e como ela será medida?
- O que acontece com o site antigo? Se ele já aparece no Google, existe plano de redirecionamento? Explicamos os riscos em trocar de site sem perder o Google.
- O que está incluído depois do lançamento e quanto custa cada ajuste fora do escopo?

Essas perguntas valem também para o contrato. Se quiser um roteiro mais completo de cláusulas, veja o que exigir em um contrato com agência de marketing.
O site mais barato sai caro em quais situações?
Pagar pouco não é erro. O erro é pagar pouco por um site que precisa trabalhar e não foi feito para isso. Os sinais de que a economia vai virar custo:
- Você vai anunciar. Clique pago que cai em página lenta ou confusa é verba perdida. Antes de investir em mídia, veja se a página certa é o site ou uma landing page.
- O site é pesado no celular. Velocidade não é detalhe técnico, é a primeira impressão. Mostramos como medir em site lento: como medir e o que pedir.
- Não há medição. Sem saber quantas visitas viram contato, você não consegue cobrar resultado de ninguém.
- O formulário é longo ou só existe no rodapé. Pequenos detalhes de captação mudam o número de contatos. Detalhamos em formulário que converte.
Se o seu site atual já recebe visitas e não gera orçamento, o problema pode nem ser o preço que você pagou. Comece pelo diagnóstico de site com visita e sem contato antes de decidir refazer tudo.
Quando essa conta muda
O raciocínio acima vale para site institucional e para páginas de captação de empresas de serviço. Ele muda em três casos:
- Loja virtual. Entram plataforma de e-commerce, meios de pagamento, frete, catálogo e taxas por venda. É outro orçamento.
- Site em mais de um idioma. Tradução bem-feita e configuração para cada país multiplicam o trabalho de conteúdo.
- Marca ainda não definida. Se não há logotipo, cores e tom de voz, o site vai inventar a marca no meio do caminho. Vale resolver antes, e o artigo quanto custa uma identidade visual ajuda nessa conta.
Por onde começar
Escreva em uma folha o que o site precisa fazer pela empresa: gerar pedido de orçamento, agendar consulta, apoiar o vendedor, aparecer em buscas da sua cidade. Liste as páginas que isso exige e quem vai produzir o conteúdo. Com essa folha na mão, as propostas ficam comparáveis.
Se quiser uma proposta da KING com cada item separado, inclusive os custos recorrentes, peça pelo diagnóstico gratuito.
Perguntas frequentes
Quanto custa um site institucional simples?+
Depende de quem faz e do que entra no escopo. Na KING, um site institucional costuma partir de R$ 5.000. Construtores em que você mesmo monta o site custam menos na entrada, mas cobram mensalidade e exigem o seu tempo para escrever, configurar e manter.
Quanto custa manter um site por ano?+
Some domínio, hospedagem, e-mail profissional, licenças de ferramentas e manutenção. O domínio .com.br custa R$ 40 por ano direto no Registro.br. Os demais itens variam conforme o plano e a frequência de atualização, então peça a lista recorrente por escrito.
Site em template é ruim?+
Não necessariamente. Template resolve bem um site simples. O risco é o excesso de plugins, que deixa o site lento, e o visual parecido com o de outras empresas. Para quem vai anunciar ou depende do Google, a velocidade e a estrutura pesam mais que o modelo.
Quanto tempo leva para fazer um site?+
Na KING, uma landing page costuma ficar no ar em 1 a 2 semanas e um site institucional completo em 3 a 5 semanas. O que mais atrasa é o envio de textos, fotos e aprovações por parte da empresa.
Preciso pagar para aparecer no Google depois que o site fica pronto?+
O site deve sair com a base técnica de SEO configurada, sem custo extra. Disputar as primeiras posições em buscas concorridas é um trabalho contínuo de conteúdo e autoridade, contratado à parte quando faz sentido para o negócio.
Fontes
- Registro.br: registro de domínio .br, consultado em 11/10/2026.
- Let's Encrypt: certificados TLS gratuitos, consultado em 11/10/2026.
- Google Analytics: conversões x eventos principais, consultado em 11/10/2026.
Equipe editorial KING Marketing
A KING Marketing atua desde 2013 em Marília-SP com marketing, tráfego pago, sites, CRM e inteligência artificial para empresas. Os artigos são produzidos pela equipe editorial com apoio de ferramentas de IA na pesquisa e na redação. Informações sobre plataformas são conferidas nas fontes oficiais citadas no texto, e exemplos com números são identificados como hipotéticos. Como produzimos o conteúdo.



